A neve não cessa –
Vou morrer e só conheci
a mão do meu marido.
(Takako Hashimoto – 1899/1963)
da borboleta caindo
no chão gelado.
(Kakio Tomizawa – 1902/1962)
As flores da cerejeira –
o mar é tão azul
que no mar desejam cair.
(Soshu Takaya – 1910/1999)
Uma semente de nêspera
tomando o seu caminho
para o sol.
(Goro Wada – 1923)
Que tempestade!
Vi o rei da depressão
num sonho matinal.
(Toshi Akao – 1925/1981)
Uma flor tocando
noutra flor – dois versos
vem-me à memória.
(Ikuya Kato – 1929)






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